Internacional

Polícia prende 65 islamitas no Egito

Folhapress
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As forças de segurança egípcias detiveram hoje 65 membros e partidários da Irmandade Muçulmana em várias áreas do país, segundo a agência estatal de notícias Mena.

Quarenta e duas pessoas foram presas nas localidades de Tanta, Qatur, Al Mahala e Zafta, na província de Al Garbiya, no delta do rio Nilo. Todas elas foram acusadas de causar distúrbios e incitar a violência.

Outros ainda foram presos por bloquear estradas e por distribuir folhetos que incentivavam um boicote ao referendo constitucional convocado para os dias 14 e 15 de janeiro.

Na última terça-feira (24), a polícia já havia prendido o ex-primeiro-ministro de Mohamed Mursi, Hisham Qandil, que tentava fugir para o Sudão. Qandil foi enviado para a prisão de Tora, onde se encontram centenas de dirigentes e integrantes da Irmandade Muçulmana.

Depois da destituição, em julho, do presidente Mohamed Mursi, que pertencia à Irmandade Muçulmana, a polícia egípcia executou prisões em massa de dirigentes e seguidores da Irmandade. Hoje, o Conselho de Ministros do Egito declarou a organização como um grupo terrorista.

    


 

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