No artigo escrito por Gilmar Dias, aqui no JC, ele fala das redes sociais. Eu comungo com ele das mesmas impressões a respeito das novas tecnologias de comunicação, ou quase todas, pois acho que não há como fugir muito delas, e apesar de achar que tudo isso está fora do meu tempo, estou me esforçando para não ficar à margem deste mar que são as novas mídias.
Apesar de achar que nenhuma delas, pelo menos ainda, poderá substituir o frente a frente, os olhos nos olhos, as expressões faciais, tendo de ser um grande artista para enganar alguém com quem se fala no "tete-à-tete", seja em questões particulares, questões profissionais, enfim, quaisquer questões. Mas, amigo Gilmar (se posso chama-lo assim), acho que não há como fugir disso, as tecnologias chegaram e mudam o mundo, fazem mudar as pessoas também (para melhor ou pior?).
Pessoalmente, acho que vieram costumes muito ruins com elas, e como isso as vezes nos deixam saudosos de coisas simples, como brincar nas ruas, conversar com os vizinhos, escrever uma carta a um amigo ou a amada.
Mas vejo, por outro lado, coisas que jamais eu poderia fazer, ter amigos em outras partes do mundo, como tenho na Turquia e falo sempre com ele, de nome Ügur. Parentes que moram em outros países e podemos falar regularmente, como a longínqua Austrália, ou o próprio Japão. Enfim, as vezes infelizmente outras felizmente, as coisas continuaram mudando.
Demerval Assis da Silva