Tribuna do Leitor

Será que a lei 2.107 vai vingar?


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Essa pergunta precisa ser feita porque após a aprovação do Projeto de Lei do vereador Bruno Pereira Chies (merece elogios por essa iniciativa), que criou a Lei nº 2.107 (verdear Piratininga - artigos publicados no Jornal da Cidade nos dias 24 de maio e 1 de setembro de 2013, respectivamente, páginas 19 e 22), para incentivar o plantio de árvores na área urbana, observei recentemente fatos na região central da área urbana de Piratininga que mostram efeitos contrários ao objetivo dessa Lei, já que 3 (Três) belas, vistosas e importantes árvores foram cortadas em definitivo na praça 9 de Julho, quase na esquina de um terreno, na confluência das ruas José Lisboa Junior e Rua dos Andradas (local da feira).

Eram árvores adultas já com muitos anos de vida e pelo menos aparentemente não estavam provocando prejuízos para ninguém e, muito pelo contrário, elas só trazem benefícios, principalmente para a saúde da população em geral, fazendo parte de um ecossistema vital para a preservação da natureza em geral. Se a cidade de Piratininga apresenta falta de árvores, qual a justificativa para eliminar as já existentes? Como cidadão piratiningano, preocupado com a situação ambiental que afeta toda a nossa coletividade, entendo que os órgãos municipais e outros diretamente envolvidos na questão têm que tomar medidas que coíbam essas atitudes e mantenham o vigor das leis aprovadas.

Espero que essa Lei nº 2.107 não tenha vida mais curta que essas árvores destruídas, porque a lei em si não passa de uma letra morta (papel aceita tudo), se os poderes legais constituídos do município de Piratininga, principalmente Executivo e Legislativo local não colocarem a(s) lei(s) para funcionar, praticá-las.

Aproveito a oportunidade para saber quando vão ser feitos os serviços de reparos e manutenção no acesso ao lado do Pesqueiro São Francisco, cujos entendimentos e trocas de ideias foram feitos no local juntamente com o sr. Maurício há quase três meses e até hoje não realizados pela prefeitura. Agradeço a atenção.

Ivan Barbieri

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