Marcus Liborio |
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"A arte imita a vida ou a vida imita a arte?" foi o tema deste ano da escola Águia de Ouro |
"A arte imita a vida ou a vida imita a arte?" Com este tema, a escola Águia de Ouro “sobrevoou” o Sambódromo com muita cor, samba e sincronia na madrugada desta terça-feira (4). Impacto visual. Foi o que a escola ofereceu ao público, com alas e carros alegóricos que transmitiram desde a arte da dança e literatura até o artesanato com o uso de cerâmica e esculturas barrocas.
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Na comissão de frente, a escola mostrou a arte dramática, através do teatro Kabuki, com passistas vestidos de samurai |
A Águia entrou na avenida à 1h. Na comissão de frente, mostrou a arte dramática, através do teatro Kabuki, com passistas vestidos de samurai. Já o carro abre-alas representava o teatro grego. Um luminoso nas cores verde, azul e vermelho estampava a palavra “águia” logo à frente do carro.
Em seguida, a ala da dança, literatura, desenho e pintura incentivava e enaltecia a cultura de um modo geral. Fantasias coloridas e despojadas deixaram ainda mais alegre o desfile da Águia de Ouro.
O segundo carro alegórico ilustrava a arte barroca e a culinária. Logo atrás, desfilou a corte real, sempre acompanhada da bateria, que retratou a arte circense, com diversas crianças fantasiadas de palhaço.
O espaço, nesta ala, foi destinado mesmo ao público infantil. A pequena Isabela da Cruz Reis, de apenas 9 anos, desfilou pela primeira vez. “Estou achando muito legal. Espero que a gente ganhe”, disse.
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A pequena Isabela da Cruz Reis, de apenas 9 anos, desfilou pela primeira vez este ano |
Com o mesmo entusiasmo de Isabela, um dos presidentes da Águia de Ouro, Edvaldo Simões, o Dida, se mostrou muito confiante antes mesmo de entrar na avenida. "Espero ser campeão”, exaltou.
A sétima arte foi um dos elementos culturais homenageados pela escola. O figurino dos passistas em uma das alas foi destinado especialmente ao cinema. Próximo a eles, uma faixa com a foto de Oscar Niemeyer homenageava a arquitetura no Brasil. Niemeyer, que morreu em dezembro de 2012, é considerado o maior arquiteto do País.
Pequeno brilho
Com apenas 4 anos de idade, o pequeno Thaik despertou a admiração do público. Thaik brilhou não só por causa do figurino, mas pelo domínio nos passos e, principalmente, pelo carisma.
Em todo o trajeto na avenida, o pequeno “brilhante” ia de um lado para o outro na avenida, reverenciava a plateia, sambava, sorria e posava para fotos. Por onde passava, dominava o espaço e atraía fascínio.
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Thaik, de 4 anos, brilhou não só por causa do figurino, mas pelo domínio nos passos e, principalmente, pelo carisma |
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Em uma das alas, os passistas levaram quadros da Mona Lisa à avenida |
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Carro alegórico trazia Martinho da Vila | O pequeno Thaik mostrou muita jinga na avenida |