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Veloz: encontro reúne 115 Hayabusas

Bruna Dias
| Tempo de leitura: 2 min

Divulgação

As mais de 100 motos foram colocadas lado a lado por volta das 11h de ontem no Vitória Régia

O belo dia de sol e clima ameno ficou mais completo no Parque Vitória Régia com a presença de centenas de motociclistas e 115 Hayabusas, que vieram de diversas partes do Brasil. Tratou-se da 5ª etapa do Encontro Nacional de Hayabusas, realizado anualmente em Estados diferentes.

O ápice do encontro aconteceu às 11h, quando as potentes motocicletas foram colocadas lado a lado no gramado do Vitória. “Ficamos muito felizes com esse número de participantes e amigos que vieram do Brasil todo”, disse o confrade Marcelo Ageouri, 51 anos, um dos organizadores.

O casal Francisco José Souza Faria e Tatiana Faria veio de Uberlândia (MG) para participar. Foram quatro horas e meia até chegar a Bauru, cidade que ainda não conheciam. “A cidade é linda, queremos voltar mais vezes. Acabamos adorando aqui”, disse Tatiana.

Francisco conta que o casal é “hayabuseiro” há 12 anos. A paixão pela moto foi à primeira vista. “É uma moto potente, confortável, econômica, e nos proporciona muitas amizades”, acrescentou.

Confraria

A Confraria da Hayabusa foi fundada por Sérgio Luiz Toso, em 2007, no Rio Grande do Sul, com o objetivo de reunir os apaixonados pela máquina japonesa. Além de encontros nacionais anuais, o grupo promove reuniões regionais, passeios e almoços. No ano passado, membros da região comemoraram o 6º aniversário da entidade em Brotas.

Atualmente, existem mais de 340 confrades em todo o Brasil, com uma média de 15 em Bauru, e aproximadamente 300 espalhados por países como Portugal, Espanha, Itália, França, Argentina, Uruguai, Turquia, Estados Unidos, Grécia, Chile, Croácia, entre outros.


Velocidade e conforto

Como conseguir segurar o acelerador ao subir na moto mais veloz do mundo? Matheus Ageouri, 24 anos, o mais jovem da confraria e filho de Marcelo Ageouri, respira fundo na hora de responder.

“A adrenalina é muito grande, é difícil porque fazemos longos trajetos em pouco tempo. Isso é muito gostoso. É uma moto que te dá segurança e economia. É uma mistura de perigo mais adrenalina”, disse.

Em 2000, um acordo informal entre fabricantes japoneses e europeus estabeleceu limite de 300 quilômetros por hora para as motos.

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