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Pequena Mariah, salva pelo telefone

Tisa Moraes
| Tempo de leitura: 2 min

Aceituno Jr.

Recuperada do grande susto, Ana Paula Aleixo comemora a vida da filha, Mariah; na noite de ontem, a criança, já recuperada e em casa, sorria e demonstrava estar totalmente recuperada

Às 15h de ontem, o Corpo de Bombeiros de Bauru recebeu uma ligação para socorrer uma mãe desesperada. Com apenas 26 dias de vida, a pequena Mariah havia engasgado – possivelmente com a própria saliva, durante o choro – e não conseguia respirar.

Inconsciente, a menina foi tomada pelos braços pela mãe, Ana Paula Aleixo, 20 anos, e levada para o meio da rua. Em pânico, ela procurava alguém que pudesse ajudá-la.

“Estava sozinha em casa e fiquei muito nervosa, não sabia o que fazer e vi que minha filha estava toda molinha”, relembra a mãe de primeira viagem.

Em frente de casa, na rua Fernando Zuicker, no Jardim Bela Vista, ela encontrou a solidariedade da autônoma Bruna Massak, 20 anos, e de sua mãe, Simone Massak, 35 anos.

Socorro

Ambas haviam acabado de pegar a filha de Simone – irmã de Bruna – na creche, quando Ana Paula surgiu com o bebê desfalecido. Mais experiente, Simone foi ao socorro de Mariah, enquanto Bruna ligava para o Corpo de Bombeiros.

“Expliquei o que estava acontecendo e eles começaram a me passar as orientações. E eu ia repetindo para a minha mãe, que ficou com o bebê no colo. Ele já estava ficando roxinho, mas, felizmente, conseguimos manter a calma”, relembra Bruna.

Sobre os braços de Simone, de bruços e com o corpo levemente inclinado, Mariah recebeu leves batidas nas costas, entre as omoplatas. Em pouco tempo, a criança expeliu o líquido que obstruía sua respiração e recobrou a consciência.

A unidade de resgate do Corpo de Bombeiros demorou três minutos para chegar ao local e a recém-nascida já havia sido salva. “Mesmo assim, a equipe prestou o primeiro atendimento para garantir que a vida da recém-nascida estivesse realmente preservada e a encaminhou ao Pronto Atendimento Infantil (PAI)”, destaca o sargento Marcos Mira.


Atendimento

Na unidade de saúde, a paciente foi atendida por um pediatra e submetida a exames que confirmaram não haver nenhuma sequela decorrente do incidente.

No início da noite de ontem, ela recebeu alta e voltou para casa, na segurança dos braços da mãe.

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