Uma relatório elaborado pelo Itaú Unibanco concluiu que a seleção brasileira vai enfrentar a Argentina na final da Copa do Mundo, no dia 13 de julho.
De acordo com o "New York Times", representantes do banco afirmam que os dados estatísticos indicam que o Brasil irá vencer a competição.
Na semana passada, um relatório do banco Goldman Sachs concluiu que o país vencedor vê seu desempenho no mercado de ações melhorar de forma considerável no mês que segue a vitória.
Um levantamento feito pelo banco mostra que, em média, esses países têm um desempenho 3,5% superior ao mercado global no primeiro mês após a final. Os dados foram levantados desde 1974, e desconsideram a Argentina (campeã em 1978 e 1986).
A Itália, que tinha uma queda de 0,7% um mês antes da decisão de 2006, viu seu desempenho subir para 0,5% um mês depois de seu time levantar a taça. O mesmo aconteceu com a França em 1998: -1,3% e 0,7%, respectivamente.
O desempenho do Brasil após o "tetra", em 1994, é o que mais surpreende: de 9,6% antes da Copa para 21,1% no mês que se seguiu à vitória. Nesse período houve a implantação do Plano Real.
Para o Brasil, contudo, só o fato de sediar a Copa já pode influenciar positivamente, diz o Goldman Sachs. Em média, as nações que receberam o Mundial registraram uma variação de 2,7% em relação ao mercado global no mês seguinte ao fim da Copa. "O foco no anfitrião tende a trazer com ele tanto orgulho quanto confiança."