Não sou rico nem sou beneficiário desse sistema corrupto que tomou conta do país. Sou apenas um entre milhares de outros cidadãos que, acreditando no Brasil, resolveu investir na Petrobras alguns trocados amealhados. Outrora a maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo, hoje falida, após dez anos sendo chiqueiro de uma quadrilha, que a usou para financiar uma política podre e ideologicamente superada, além de engordar a conta corrente de uma escória que se acha dona do país e acima da lei.
Sinto pelos trabalhadores que, acreditando na bandidagem que ocupa há 12 anos os porões dos palácios e ministérios de Brasília, investiram seu FGTS, fruto de dezenas de anos de trabalho honesto nessa estatal e que hoje, 3 anos depois, não conseguem resgatar nem a metade do capital inicialmente investido.
O cidadão lesado precisa tomar conhecimento que a defesa própria também inclui defesa do patrimônio, portanto qualquer ação nesse sentido, contra qualquer um desse bandidos, não será considerada crime indefensável. O nome da bandidagem é de domínio público, circula diariamente nos maiores jornais e revistas do país. Eles passeiam nas barbas de uma justiça inerte e até certo ponto aparelhada. Eles são de fácil localização. Portanto, só resta agirmos ou estaremos consolidando a velha e desmoralizante tese de que o Brasil é realmente um país de covardes.
Humberto de Luna Freire Filho