No mesmo dia em que a Justiça, em segunda instância, determinou a liberação de cinco ativistas que estavam presos no Rio, suspeitos de participarem de protestos violentos, 23 pessoas - incluindo três delas que tiveram a liberdade concedida - se tornaram réus em processo por associação criminosa armada para esses protestos.
A Justiça aceitou denúncia do Ministério Público contra os ativistas ontem. Também foi aceito pelo Judiciário pedido de prisão preventiva de 21 acusados.
Também foram incluídos na denúncia de formação de quadrilha armada os manifestantes Fábio Raposo e Caio Silva de Souza, acusados de terem acendido o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade, durante protesto no dia 6 de fevereiro.