Regras, normas, leis. O pretexto? Qualificar a existência humana. O respeito? Praticamente inexistente. A explicação seria a imperfeição dos seres. Tamanhas transgressões dizem respeito à falta de senso, à irresponsabilidade de jogar a culpa em nossa natureza falha. Noticiários gritantes, mortes, fraudes, roubos, corruptos, crises. A vitalidade corrompida por exacerbada bagunça. Somos fracos, o erro é encrustado no âmago. É impossível a retirada por completo, o habitat poderia obter melhoras com a troca de valores humanísticos. O incentivo, a manipulação, a camuflagem, até a inocência, futuramente farão conhecer-nos a real ruindade.
Utópica, a perfeição torna-se inatingível. O bem-estar é interligado a diversos fatores: moralismo, psicológico, educacional, traumas, locais habitacionais. Fragilizados é o que somos, bonecos de porcelana, fáceis ao molde, quebráveis a um só toque, os estilhaços apenas restos ao pior. Só há causas! O contrário? Sempre impossibilitado.
Caroline Bertoti Palhares