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Pobre País

Ricardo Coube
| Tempo de leitura: 2 min

Por sinal, estamos ficando velhos antes de nos tornar ricos. Mais uma herança deste partido que comanda o Brasil faz 12 anos. Como pensa e funciona a cabeça de um jovem que assiste o partido vencedor depredar sucursal da revista VEJA, estimular conflitos em pobres e ricos, nós e eles, sul e norte, etc... Como pode um partido comprar alianças partidárias com dinheiro podre da enorme corrupção instalada nas estatais? Como pode promover assistência social trocando-os, explicitamente, por votos?

Como pode apoiar Venezuela, Bolívia e Cuba e evitar acordos bilaterais com os países desenvolvidos? Utilizar estatais para fazer campanha política e gastar milhões para mobilizar a militância, estimulando o confronto com adversários e a destruição dos inimigos.

Este partido esquece que o mundo todo assiste on-line tudo que acontece no país. E depois reclama que falta investimento e coragem aos empresários para investir. Sou solidário aos empresários deste Brasil, porque sei avaliar a dificuldade que é competir e ser competitivo.

Prosperar e ser bem sucedido é algo muito difícil de ser alcançado.

Aonde vamos parar? Qual é o futuro de uma nação potencialmente rica, mas tão mal administrada como a nossa? Lembro que se somarmos os votos da oposição, brancos, nulos e abstenção, 35% da população votou a favor deste governo. Portanto, o país está rachado e dividido. Se avaliarmos o temperamento prepotente e arrogante desta presidente, nosso futuro é preocupante. Além disso, este partido tem o judiciário na mão (STF).

O plano de poder aliado a força econômica advindo dos "jeitinhos" criativos na Petrobras e outras estatais, promovem um rolo compressor, onde qualquer obstáculo é para ser enfrentado e destruído. O projeto é de poder. Como somos muito religiosos, podemos rezar para algum avião cair, mas com as pessoas certas, e não Eduardo Campos, etc... Lamento a nossa crise de dignidade, porque eleger um partido deste, num momento em que a informação é disponibilizada para todos e a imprensa ainda é livre, é incompreensível avaliar como perdemos a nossa capacidade de nos indignar. Estamos frios e insensíveis a tudo e todos.

Que orgulho podemos ter deste país? E o nosso futuro como cidadãos, empresários, estudantes. Como fica? Vamos rezar! OBS: Esqueçam a delação premiada porque não chegará na cúpula de novo.

O autor é empresário, colaborador de Opinião

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