Éder Azevedo |
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Ontem, no primeiro dia da festa, muitas pessoas prestigiaram o evento |
Marisia Bossay Segatto gosta de artesanato e, ontem, não estava muito disposta a “enfrentar” o fogão. Eis que a amiga Marta Portezan fez um convite. E lá estavam elas na sede do Consórcio Intermunicipal de Promoção Social (Cips) se encantando com os trabalhos de crochê e tricô. Elas foram à 27.ª edição da Feiramor, promovida pela União das Sociedades Espíritas (USE) de Bauru e região. A feira, que começou ontem, estará aberta das 10h até as 22h de hoje, com entrada gratuita.
O encontro de gastronomia e artesanato, além de opções de compra de outros artigos como flores, acontece na quadra 2 da rua Gustavo Maciel, pertinho da avenida Nuno de Assis.
“Eu vim pela primeira vez e gostei muito. Parei mais tempo vendo o artesanato. Minha vizinha é quem me chamou para vir”, conta a dona de casa Marisia.
Marta Portezan, também dona de casa, é quem convenceu a amiga a conferir os trabalhos das mais diversas peças. “Eu faço crochê, tricô e renda turca. Minhas duas filhas aprenderam a fazer bordado com pedrarias. É uma ótima opção para presentear”.
Carina Silvério Quinelato, doceira, também se juntou a uma amiga e uma irmã para visitar alguns dos 22 estandes de artesanato, além de 11 barracas de salgados e outros cinco de doces. A Feiramor conta com 38 grupos de diversas entidades de Bauru e região.
Quem preferir, pode almoçar por quilo no local. Hoje, será servido macarrão com molhos diversos. Há a opção ainda de levar e saborear as delícias em casa.
Serviço
A Feiramor está sendo realizada no Cips Bauru, na quadra 2 da rua Gustavo Maciel, no Centro. Neste domingo, o horário de funcionamento da feira é das 10h às 22h. A entrada é franca e os visitantes pagam somente os produtos que consumirem.
Voluntariado
As servidoras públicas Cristiane Sacardo Merli e Camila Franco dedicaram o sábado ao trabalho voluntário para ajudar na 27.ª Feiramor. “Aqui tem muita coisa linda e de ótima qualidade”, opinou Cristiane.
A também voluntária Linda Maria Santana, aposentada, apresentou os resultados de trabalhos com retalhos. “Recebemos jeans com algum defeito, rasgo ou mancha. O recorte e trabalho com esse material gera produtos de muita qualidade como tapete de chão, bolsa e avental”, conta.
Toda a renda arrecadada fica com as entidades responsáveis pelas barracas e será revertida em benfeitorias, manutenção e ainda na ajuda do custeio.
