Há uma maneira mais fácil para reduzir a velocidade, conforme o missivista Olivo Costa Dias propõe nesta Tribuna. Basta proibir que os veículos saiam de fábrica com câmbio além de duas marchas ou aguardar que a cidade "sem limites" fique do tamanho de Nova York. Se o próprio congestionamento já dificulta que se ande em velocidade superior à proposta, não parece um paradoxo que se pretenda limitar também a velocidade numa cidade conhecida por ser "sem limites"? Se houvesse punições severas na área criminal, maior fiscalização por parte das autoridades competentes, melhor e mais exigente formação para habilitação dos motoristas, haveria, com certeza, maior responsabilidade e conscientização dos mesmos.
Carlos A. Paulino