Cultura

Rompendo barreiras


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Vivemos uma era que “louva” a tecnologia. A facilidade de comunicação gerada pela Internet, por exemplo, fez dessa mídia uma grande “companheira” do cotidiano, no trabalho, e mesmo nas horas de lazer.

Um dos mais visíveis avanços desse “boom” tecnológico é o celular. Tornou-se imperativo o uso desse aparelho em sociedade, e em diversas ocasiões vemos, principalmente, a moçada “grudada” neste telefone.

Sem dúvida, a tecnologia trouxe muitas vantagens.

Mas a era “ciber” também pode ser um caminho para acharmos que o contato humano não é mais tão essencial. Afinal, podemos nos comunicar a longas distâncias sem fazer muito esforço. Contudo, e a presença pessoal, o contato, a relação humana?

Nesse contexto, uma das artes que tem se preocupado em reestabelecer este contato humano é o teatro.

“O teatro sempre esteve ligado, naturalmente, à formação humana. E nessa era em que vivemos, reforça-se mais ainda este papel, de quebrar essas barreiras tecnológicas e reestabelecer o contato entre as pessoas”, destaca o diretor de teatro Thiago Neves, que coordena o Curso Livre de Teatro Paulo Neves.


Formação

Mas a formação humana do indivíduo, no teatro, também depende de boa formação com respaldo teórico. Para garantir o contato com o público, a conexão entre pessoas, é preciso estudar. “O ator tem que estar comprometido com a teoria. Antes de subir no palco, ele tem que conhecer as escolas de teatro, os autores clássicos. Ele só vai saber o que fazer no palco e por que fazer se souber tudo isso”, salienta Paulo Neves, diretor e professor teatral.

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