Malavolta Jr. |
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Celso e Adalberto cogitaram financiamento por patrocínio privado ou até de subsídios públicos |
Com o intuito de tentar reverter o fim da Banda Marcial Liceu Noroeste, o deputado estadual eleito Celso Nascimento (PSC) se reuniu ontem com o maestro Adalberto Alves da Costa. Juntos, conversaram sobre algumas estratégias para a busca de patrocínios na rede privada e de financiamentos públicos, por meio de programas de incentivo à cultura ou de subsídios estaduais.
“A partir de janeiro, vamos tentar tornar reais esses caminhos pensados ontem. Não é tão caro assim manter o funcionamento da banda. Estima-se em R$ 50 mil ao mês. Podemos juntar empresários de boa vontade e viabilizar isso. Além da questão cultural, essa banda tem um patrimônio social importantíssimo. Conheci histórias de jovens que poderiam estar no mundo das drogas se não fosse esse projeto”, observa Celso, que tomará posse como parlamentar em março do ano que vem.
Para o próximo mês, Nascimento pretende ainda se reunir com os antigos mantenedores da banda Liceu Noroeste. “Nossa intenção é saber se, apesar da ausência de vínculo com a história, o grupo poderá usar o mesmo nome para dar continuidade à tradição. Se tivermos que começar do zero, ficará mais difícil”.
A banda marcial foi fundada há 75 anos por José Ranieri. No último domingo, os 50 integrantes se apresentaram pela última vez, na Cantata de Natal. A diretoria do Colégio Liceu Noroeste, até então mantenedora da banda, anunciou, na semana passada, que não seria mais possível prestar suporte financeiro ao grupo.