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Concilig vence e estará na final da Superliga B com Sogipa

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

Aceituno Jr.

Partida entre Concilig/Bauru e Cascavel foi finalizada em uma hora e meia

Com uma atuação convincente, o Concilig/Bauru não deu chance ao Cascavel, venceu a segunda partida da semifinal em série melhor-de-três, nesta sexta-feira (20) à noite, no Panela de Pressão, por 3 sets a 0 (25-16, 25-13 e 25-21), e garantiu presença pelo segundo ano seguido na final da Superliga B.

A decisão do título, em jogo único, será no próximo domingo contra a Sogipa, que surpreendeu e eliminou, ontem, fora de casa, o Valinhos, primeiro invicto na fase de classificação, ganhando a semifinal também por 2 a 0. A definição do título e do acesso para a Superliga ocorre em Bauru porque o Concilig tem melhor campanha do que o time gaúcho.


Após um começo irregular no primeiro set, quando chegou a estar em desvantagem de 4 a 1, o Concilig se acertou. Sacando com eficiência e bem postado no bloqueio, a equipe virou para chegar ao primeiro tempo técnico em vantagem. Jogando de forma inteligente, explorando o bloqueio adversário, apostando em certeiras deixadinhas, ampliou a diferença e fechou a parcial em 25 a 16.


O início do segundo set foi bem mais tranquilo para o Concilig. Mantendo o bom saque, as bauruenses logo deslancharam e chegaram ao 8 a 2. A parcial teve alguns bons ralis, mas a superioridade do Bauru foi evidente, seguindo sem ser ameaçado pelo Cascavel e ganhando por 25 a 13.


O terceiro foi o mais complicado. O Concilig se deu melhor e chegou ao primeiro tempo técnico com 8 a 4. Cascavel reagiu e encostou em 11 a 9. Com ótimos ataques pelas pontas, Bauru voltou a se distanciar, fazendo 16 a 10 e dando a impressão que a parcial caminhava para a rápida definição. Não foi o que ocorreu.

Na reta final, uma sequência de erros bauruenses permitiu nova reação paranaense e o placar chegou a ficar em 22 a 20 para o Concilig. O técnico Chico dos Santos pediu tempo e orientou as jogadoras. Deu certo. O time “voltou” ao jogo e fechou a última parcial em 25 a 21. “O importante é crescimento do nosso time. Tivemos algumas falhas que temos que corrigir. Ganhar com a pressão emocional é muito difícil e elas se portaram bem”, declarou Santos.

Aceituno Jr.

Jogadoras bauruenses vibram com o último ponto do jogo que decretou a vitória e a classificação à final da competição nacional

 

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