Inegável reconhecer a influência dos movimentos religiosos na sociedade. No âmbito profissional há determinados critérios bem questionáveis, desrespeitando circunstancialmente a laicidade. Em determinadas repartições públicas, o desrespeito à heterogeneidade, à neutralidade resistem.
Diferentemente disto, nas escolas particulares, principalmente as confessionais, já há a plausível alternativa de aceitação ou não. Ou seja, se houver a intenção de os pais matricularem em um colégio batista, presbiteriano, católico e outros, seria por identificação com os princípios familiares. Desta forma, inaceitável a exigência de algumas repartições públicas para com a natureza religiosa, contrária aos valores pessoais. Uma vez mais, o que deveria somar, causa a nefasta cizania.
Maria Regina Guastapaglia/
acadêmica de pedagogia