Tribuna do Leitor

Formando uma casta de privilegiados


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Está politicamente correta a defesa do direito a livre orientação sexual e a igualdade de gêneros. A homofobia ser combatida tanto quanto o racismo e o preconceito religioso. O Supremo Tribunal reconheceu direitos iguais para uniões homoafetivas, mesmo assim querem usar o nome de casamento, que está definido nos dicionários como união entre um homem e uma mulher. As marchas do orgulho gay em todo país ocorrem recebendo na maioria das vezes verbas oficiais e tendo todo apoio do poder público.
Todos estes direitos impõem, como a todos os demais segmentos da população, também as obrigações de respeitar as demais minorias e ainda as leis dos pais, como a de vilipendio, que é o desrespeito aos símbolos de outras religiões e ainda a presença de menores travestidos e cenas explícitas de nudez e outras de relacionamento sexual em plena avenida.
A marcha gay deste ano em São Paulo, que recebe subsídios do município e do governo federal, deveria primar por este respeito mínimo de civilidade. Ofender símbolos cristãos como a cruz de Cristo de forma chula, provocativa é absolutamente desnecessário.
Fatos como estes demonstram a imaturidade do movimento gay no Brasil, do outro lado, falsas lideranças de "brucutus", como Malafaia e Bolsonaro, são respaldadas e alimentadas por estes fatos e se contrapõem a mediocridades como Jean Willis ou Maria do Rosário e companhia, que deveriam se conformar com seus cinco minutos de fama na alta intelectualidade BBB.
Espero que em Bauru a "marcha do orgulho gay" assuma seu nome e não o amplo e marqueteado "diversidade", que pouco tem a ver com o movimento gay e engloba todas as raças e religiões. Renunciem às verbas públicas que a viabilizam e permitem a vitrine para eleger o Markinho, seu patrono. Já que o município tem prioridades bem maiores com educação e saúde precários do que financiar shows e infraestrutura, para agregar a causa gay na cidade. E tenham mais respeito com a lei e com os símbolos cristãos, sagrados para a maioria da população que, em última análise, paga a conta.

Marcio M. Carvalho

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