Tento, mas não entendo como algumas pessoas ainda se utilizam deste espaço para defender esse governo comunopetista. Claro que todos têm direito à liberdade de expressão, mas daí pedir para apoiarmos o estrago provocado pelo governo do PT, aí já é demais.
Como posso apoiar o fechamento de indústrias de todos os segmentos, colocando milhares de arrimos de família no olho da rua, deixando-os sem qualquer perspectiva de futuro? Como posso apoiar o aumento de impostos para tapar o buraco deixado por irresponsabilidade fiscal e muitas pedaladas fiscais? Como apoiar o governo que mantém quase 200 mil postos comissionados, cabides de emprego, lesando a Pátria para os apaniguados, garantindo o "desemprego zero" para estes? Como apoiar a manutenção de 39 ministérios ao custo de bilhões de reais por ano?
Como posso eu apoiar um governo que flerta com ditaduras, como Venezuela e Cuba, sendo que a primeira atacou alguns de nossos senadores em recente visita ao país para visita a presos políticos? Como apoiar um governo que mantém diálogo com ditaduras que mantêm presos políticos? Não pregam a democracia?
Como confiar num governo que praticou o maior estelionato eleitoral da história de nosso País, mentindo e enganando milhões de brasileiros, inclusive com o uso de computadores de repartições públicas, onde trabalham indicados políticos para envio de mensagens falaciosas contra candidatos da oposição?
Como confiar num governo que quebrou a maior empresa do País, colocando-a nas páginas policiais, tirando outros tantos de bilhões de reais do povo brasileiro para a lama da corrupção?
Infelizmente, o PT profissionalizou a corrupção, tirando a vida de milhares de brasileiros nas filas dos hospitais, tirando o alimento de muitas pessoas carentes, deixando-as na miséria. Esqueceu-se das escolas, deixando de lado a verdadeira educação e praticando a ideologia estudantil.
Este é o governo do PT! Apenas para os seus, deixa o resto pra lá! Este é o governo que festeja a demissão de jornalistas da imprensa livre de nosso País! A alta da inflação, o crescimento negativo e a culpa da crise internacional ficam para uma próxima vez.
Kleber Roberto Moni