Tribuna do Leitor

Foco internacional: novas perspectivas cubanas

Hélder Maurício Tavares - jornalista
| Tempo de leitura: 1 min

Essa semana foi marcada por um evento histórico. A aproximação de Cuba com os Estados Unidos. Depois de décadas separados por divergências sociais e políticas, os dois países deixam para trás desavenças que se arrastavam desde que o então presidente do país cubano Fidel Castro decretou o afastamento das relações de sua nação com os Estados Unidos por discordar do modo capitalista com que os americanos conduziam suas decisões políticas. Naquela época, acreditava-se numa política sustentada pelo socialismo comunista, uma frente ideológica que, na teoria, era mais igualitária para o povo. Pensando nisso, Fidel Castro apostou nesse modo de governo e implantou aquele sistema político em seu país. Na ocasião, a decisão foi apoiada pela então União Soviética, principal inimiga dos Estados Unidos.


Contudo, o que era para ser uma solução para o povo cubano se tornou um retrocesso social para o progresso da cidade. Isso porque grandes multinacionais que poderiam impulsionar a economia local foram impedidas de entrar no país. Isso causou o sucateamento da indústria automobilística cubana.


Seguindo essa ideologia, Cuba virou a cara para o capitalismo e saiu da lista dos países desenvolvidos. Agora com a aproximação do país com os Estados Unidos a realidade pode mudar. A primeira iniciativa desse evento histórico foi a abertura das embaixadas nos dois países.



 

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