Tendo perdido o apoio até do seu próprio partido, não há de ser através do habitual “toma lá, dá cá”, nem da apelação das desacreditadas propagandas enganosas, que Dilma vai conseguir levantar-se do imenso tombo que tomou. Só o retorno de uma improvável aprovação popular poderia salvá-la.
Sua única saída para essa tentativa extrema seria conscientizar-se de que pior do que está não fica, ser honesta com o povo brasileiro fazendo um “mea-culpa” dos erros do seu primeiro mandato, das mentiras da propaganda que permitiram a sua eleição, sair cortando uns 30 ministérios, além dos milhares de cargos comissionados distribuídos por fisiologismo, afastar-se dos políticos errados, pedindo que lhe deem essa segunda chance.