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| Guilherme Talamoni mostra o troféu ganho nos Estados Unidos |
O bauruense Guilherme Talamoni, na função de assistente técnico do FC Golden State, conquistou, no mês passado, o título do Campeonato Nacional, promovido pela US Youth Soccer, maior organização de futebol dos Estados Unidos. A conquista veio na categoria sub-18 com vitória sobre o Las Vegas por 2 a 1. O campeonato foi sediado em Tulsa, Oklahoma, e contou com as oito principais equipes na categoria.
Para chegar ao Campeonato Nacional, a equipe tem que jogar o Estadual e classificar-se para o Regional, onde os campeões se qualificam. São quatro vagas preenchidas a partir dos Regionais. Além disso, a Liga Nacional classifica outros quatro times, totalizando os oito. “Conseguimos a vaga para o Regional pela Liga Estadual. No Regional, fomos vice, mas o campeão já estava classificado pela Nacional”, comenta Talamoni.
Ele explica que o Nacional é disputado em duas chaves de quatro equipes, classificando-se à semifinal os dois melhores por grupo. A partir daí, ocorrem as semifinais e a final em mata-mata. Curiosamente, na final do Nacional, o FC Golden State, que é de Pasadena, Califórnia, superou justamente a equipe que o derrotou na final do Regional: Las Vegas.
Há um ano e seis meses trabalhando no FC Golden State, Talamoni divide com outro brasileiro a incumbência de treinar e dirigir a equipe, além de recrutar novos jogadores, sendo responsável na prática pelo desenvolvimento da equipe. O bauruense afirma que os resultados são excelentes. “O sub-18 é o melhor time do clube. Disputamos os melhores campeonatos do país e hoje nossa equipe é a primeira do ranking”, cita. A função de técnico principal é exercida pelo dono do clube.
Do Noroeste para EUA
Formado em Educação Física na Unesp Bauru e com mestrado em Ciências da Motricidade pela Unesp Rio Claro, Talamoni chegou ao FC Golden State após trabalhar seis anos no Noroeste. Depois de 18 meses na Califórnia, o bauruense está prestes a retornar ao Brasil e faz balanço positivo da experiência no “soccer” norte-americano.
“Foi incrível viver o futebol em um país como os Estados Unidos, onde a modalidade vem crescendo. Também trabalhei em uma das melhores equipes do país, disputando os melhores torneios nacionais e internacionais”, destaca. “A oportunidade de aperfeiçoar o inglês também contou muito e também aproveitei para fazer os cursos da federação e da associação de treinadores.”
