SELEÇÃO SEGUE DEVENDO
Assim como a Argentina, pela primeira vez o Brasil estreou com derrota nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Eu não acreditava na vitória, mas esperava um pouco mais da Seleção Brasileira, que segue devendo bom futebol. Dunga escalou mal a equipe. Era para Lucas Lima entrar, e Ricardo Oliveira jogar desde o início. Mas defendi a escalação de Elias e não Fernandinho, porém, o corintiano foi mal. Aliás, o time todo não correspondeu, com um buraco no meio-campo e um ataque sem poder de fogo. Não dá mais para aguentar Hulk. E Douglas Costa pode ser bom na Alemanha, porque por aqui não acrescenta nada. Se bem que a derrota de anteontem foi normal, pois aconteceu fora de casa para o atual campeão continental. De outro lado, um tropeço diante da Venezuela na próxima terça-feira, em Fortaleza, seria bem prá lá de zebra, porque obrigaria a nossa Seleção a fazer das tripas coração para se classificar para a Rússia/2018. Buscar algo de inédito. Em toda a história das Eliminatórias, nunca uma seleção se classificou sem vencer, ao menos, um de seus dois primeiros jogos.
AINDA BEM
Não deu para a crônica argentina, principalmente o jornal “Olé”, tirar um sarro. Nossa Seleção não deu vexame, já que vive péssima fase, e a derrota em Santiago era esperada por quase toda massa torcedora brasileira. Já o Chile, em ótima fase e motivado pela conquista da Copa América, tinha a obrigação de vencer em casa. Vexame deram os hermanos com a derrota para os equatorianos em pleno Monumental de Nuñez. O futebol do Equador é o mais fraco do continente depois da Venezuela.
MATAR OU MORRER
Quarto colocado do seu grupo, o Noroeste faz hoje à tarde, em Bauru, mais um jogo de vida ou morte pela fase decisiva da Quarta Divisão, diante da Internacional. Se o Norusca vencer, chega aos 13 pontos e ultrapassa a equipe de Bebedouro, que tem 11. A única baixa é Pirinha, além de Marcelo Santos, atleta mais talentoso do grupo. E como sempre, o trunfo é o artilheiro Hygor.
QUE LAMA
Segundo a ‘Folha de S. Paulo’, o acordo entre São Paulo e a Under Armour favoreceu a namorada do presidente Carlos Miguel Aidar, a empresária Cinira Maturana, que levou R$ 6 milhões de comissão. A fornecedora de material esportivo é novo tema da briga política do Tricolor.
PANELA CHEIA
A Panela de Pressão vai ferver com o jogo de vôlei feminino entre Concilig e Uniara, pelas quartas de final do Campeonato Paulista. Como venceu na ida, em Araraquara, vitória por qualquer placar esta noite garante as bauruenses nas semifinais, provavelmente contra o Sesi.
ZOANDO
Os torcedores não perdoaram a derrota do Brasil para o Chile, e os internautas zoaram muito. Até o Íbis, considerado o pior time do mundo, tirou uma casquinha na equipe de Dunga. Em uma das publicações, a página do clube de Recife propõe um desafio contra a Seleção Brasileira. O Pássaro Preto pede David Luiz e Oscar por empréstimo para o desafio de “pior time do mundo”.
FALA SÉRIO
Dunga é um brincalhão ou deve ter visto outra partida. O comandante disse que o Brasil atuou bem, fez jogo parelho contra o Chile, criou chances e que Neymar não fez falta.
MEMÓRIA
Copa do Brasil de 2003: Vitória 7 x 2 Palmeiras, no Palestra, gols de Nadson 4, Zé Roberto, Dudu Cearense e Marcelo Heleno. Corrêa e Thiago Gentil para o Verdão. Árbitro: Leonardo Gaciba. Público: 9 mil. Palmeiras: Marcos; Neném (Anselmo), Gustavo, Leonardo e Marquinhos; Corrêa, Magrão, Adãozinho e Zinho (Denis); Muñoz e Thiago Gentil. Técnico: Jair Picerni. Vitória: Paulo Musse; Marcelo Heleno, Adaílton e Aderaldo; Ramalho, Dionísio, Dudu Cearense, Zé Roberto e Almir; Allan Delon (Samir) e Nadson (Alessandro). Técnico: Joel Santana.
AQUELE ABRAÇO
Aquele abraço Antônio Tidei de Lima, ex-craque de basquete.