| Marcus Liborio |
![]() |
| Clientes em fila de uma agência na Ezequiel Ramos, em Bauru |
A paralisação dos bancários já completa uma semana e não há previsão de término. Além disso, o feriado prolongado associado à greve não causou muitos transtornos aos correntistas de Bauru. Os clientes conseguiram sacar, depositar e pagar as contas através dos caixas eletrônicos ou dos correspondentes bancários. Todavia, na manhã desta terça-feira (13), havia fila nos caixas eletrônicos logo pela manhã em algumas agências.
Em relação às reivindicações, a categoria luta por reajuste de 32,21%, que inclui as perdas salariais referentes aos oito anos do governo do Fernando Henrique Cardoso (FHC), a inflação dos últimos 12 meses e o aumento médio do recebimento dos ativos dos 15 maiores bancos. Os bancários também propõem a Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) linear, além do fim das metas, das terceirizações, das demissões imotivadas e da mesa única de negociações.
A reportagem completa você confere na edição do JC impresso desta quarta-feira (14).
