Hoje gostaria de falar da minha dor, mas basta ligar a TV ou abrir o JC para se ver que tem dor que dói bem mais ou tanto quanto a nossa. Anteontem, no trigésimo dia da partida da minha Mãe, bateu aquela saudade, ainda vou a casa dela como todos os dias, e isso me dá um certo conforto.
Tive Mãe, tive Pai, mas hoje não os tenho mais, no plano físico sabemos que é assim, embora às vezes haja demora para “cair a ficha”. Ainda, graças a Deus, somos uma grande família de oito irmãos, e mais uma segunda e até terceira geração, e como toda grande família, temos lá nossas crises, mas o que realmente impera é a nossa união, nosso amor.
Aceitamos e superaremos a partida, por último da nossa Mãe, que cumpriu, e como cumpriu o seu papel. Fica a lição, quando estamos fracos, estamos forte porque se não fosse a fraqueza não teríamos como saber da nossa força.
Mas, além da força, precisamos de inteligência emocional, aquela que chega a superar a da lógica. Mas se ignoramos algumas evidências, isso não seria exatamente “burrice” e sim que estamos ignorantes, continuemos então no rumo do que nos fortaleça.