A nossa presidente foi recentemente a outros países para mostrar os potenciais de investimentos e tentar convencer os empresários a aplicar seus recursos financeiros nas áreas de infraestrutura. Nessa oportunidade, os jornalistas se mostraram mais interessados em saber dela sobre corrupção e impeachment.
Dois deputados integrantes da CPI que investigam as fundações dos funcionários do Banco do Brasil, Petrobras e outras disseram na TV Câmara Federal que há indícios muito fortes de desvio de finalidade dos recursos destinados a pagar as aposentadorias dos trabalhadores. O mínimo que se espera dessa investigação são resultados verdadeiros sobre as possíveis manobras e que nomeie os seus responsáveis para serem levados à justiça para julgamento e que eles cumpram integralmente as suas penas.
Temos visto com frequência reportagens em quase todos os canais de televisão versando sobre corrupção em órgãos federais, estaduais e municipais. Contratos elaborados que servem apenas para liberação de recursos, que não chegam à saúde, educação e outros programas de alcance social para a população.
A presidente disse que no seu governo não há corrupção. Diante dessa afirmação fica um questionamento para ela responder: quem é o maior acionista da Petrobras? Quem indica seu presidente e demais diretores, assim como nas demais empresas e ministérios?
Um dos ex-diretores da estatal disse que a corrupção é endêmica e que se investigada outras empresas públicas também será constatada essa malversação do dinheiro público.
Até agora não se falou de envolvimento de ex-presidentes da Petrobras, mas de seus subordinados. Será que não cabe responsabilidade porque não sabiam do que acontecia nas diretorias ligadas funcionalmente a eles? E ao Conselho de Administração e ao ministro?
A presidente para ganhar a reeleição baixou o preço da energia, não deixou aumentar o preço do combustível e excedeu na gastança para agradar aos eleitores. Em razão dessas irresponsabilidades se viu forçada a aumentar, e muito, a energia, o combustível e submeter-se à luta política para aprovar o ajuste fiscal.
São inúmeras as obras de hospitais, escolas, creches, viadutos, entre outras, iniciadas e paralisadas Brasil afora. Penso que falta uma lei para punir com prisão o gestor que permitir a interrupção de uma obra e,também àquele que não der continuidade, salvo por motivos graves e imprevisíveis fundamentados com aprovação do poder legislativo.
Alguns figurões de expressão nacional opinaram que a Operação Lava-Jato está exagerando nas prisões. Acho que esse grupo de trabalho deve continuar sem se preocupar com prazo ou quantidade de investigados presos, uma vez que o tamanho da corrupção é descomunal, podendo, se recuperado o montante de dinheiro desviado, diminuir e muito o ajuste fiscal.
Nós, brasileiros que desejamos o bem do Brasil e de seus compatriotas, devemos dirigir nossas orações a Deus para iluminar e proteger o juiz Sérgio Fernando Moro e o procurador geral Rodrigo Janot Monteiro de Barros e todos os que com eles conduzem as investigações da Lava-Jato para punir os responsáveis por todos os descalabros com o dinheiro dos contribuintes.
Agradeço a atenção.