O que escrevo não tem a pretensão de convencer ninguém, trata-se apenas de se exemplificar um raciocínio lógico. Um raciocínio que faz de você um observador de sua própria vida. É uma tentativa de fazer você ver com mais clareza o que acontece no seu presente, e principalmente o que aconteceu no seu passado. O assunto é muito polêmico, e pode até assustar o leitor, por se tratar de princípio de vida, de religião, e de fatos acontecidos que carecem de comprovações científicas e probatórias.
Para iniciar, falemos de Deus. Entende-se ser um ente supremo, que está presente em todos os lugares e também dentro de cada um de nós. Por isso que logicamente cada um tem o seu Deus... e se cada um tem o seu Deus, é fácil concluir que todos viveriam em harmonia, pois cada um respeitaria o Deus do outro, como se fosse o seu próprio Deus. Assim o homem viveria em paz com o mundo e o mundo estaria em paz com o homem. Dessa maneira, você poderia tudo, você é que faria sua própria vida. Haveria mais força própria para se viver com mais dignidade, e tudo aconteceria conforme seus anseios e desejos.
Agora, falemos de Jesus, que segundo a maioria é filho de Deus. Será! Ninguém até hoje nasceu de geração espontânea. Na natureza, é preciso uma fecundação para a procriação. Agora... A lógica! – Fala-se de dois mil anos atrás que uma mulher foi fecundada por alguém chamado Espírito Santo e seria o pai biológico de Jesus. Ou seria o Próprio José (Carpinteiro) que o adotou? Não sabemos e nunca saberemos. A história só pode ser fruto da criação de muitas religiões, que apareceram no mundo para explicar esses “Possíveis milagres”.
Segundo o sr. Ed Felício, nesta coluna de 25/10, ele diz que o historiador americano Joseph Atwell, em suas especulações nas histórias da humanidade, concluiu que Cristo poderia ser uma invenção de Roma, fato este para acalmar os povos que na época estavam revoltosos.
Eu fico com a opinião mais lógica: - “Cada um tem o seu próprio Deus dentro de sí”. Esse Deus concede-nos o livre arbítrio, e nossas decisões serão analisadas “e cobradas”, a qualquer tempo. Só o “Deus de todos” sabe quando. Talvez seja esta a “verdade verdadeira” que tanto buscamos.