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Porta da Misericórdia abre Ano Santo católico em Bauru

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

Três paróquias de Bauru realizam, amanhã, o cerimonial de início simbólico do Ano Santo, com a abertura da Porta Santa. O papa Francisco abriu oficialmente o Ano Santo católico no dia 8 de dezembro, na solenidade da Imaculada Conceição, em missa realizada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, quando declarou 2016 como o ano da misericórdia de Deus. Agora, cada diocese ao redor do mundo promove sua própria abertura do ano dentro do mês de dezembro. Em Bauru, a abertura da Porta Santa, neste ano também Porta da Misericórdia, ocorre na Catedral do Espírito Santo, às 10h, no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, às 18h, e no Santuário do Sagrado Coração, às 19h.

O padre Marcos Pavan, da Catedral do Espírito Santo, comenta que Francisco convocou o ano do Jubileu da Misericórdia e fez uma bula papal falando sobre o ano da misericórdia, que segue até a festa de Cristo Rei, no dia 20 novembro de 2016. “Todos aqueles que vierem à catedral terão a chamada indulgência, que é o perdão dos pecados. Aqueles pecados que ficaram no nosso inconsciente, que estão nos trazendo mágoa e tristeza. A Porta Santa e da Misericórdia serve também para apagar estes pecados”, explica padre Marcos.

Com o bispo
A celebração deste domingo na catedral será presidida pelo bispo Caetano Ferrari e tem caráter de peregrinação e penitência. “Para receber a indulgência, antes, precisa se confessar, a confissão é o sacramento da reconciliação, e comungar. Após passar pela Porta, rezar nas intenções do santo padre papa Francisco”, define padre Marcos. “Todo o ato tem um sentido penitencial. Chegando aqui, passa pela Porta, faz sua orações e recebe a indulgência”, observa o padre, ressaltando que todos que fizerem a peregrinação durante o próximo ano receberão a indulgência.

A intenção é que as orações sejam em sintonia aos temas que marcam o pontificado de papa Francisco. “É rezar pela paz, unidade. Para que a humanidade toda entre neste espírito de misericórdia, seja mais tolerante, procure dialogar mais um com o outro, uma linguagem que não exclua ninguém”, destaca padre Marcos. “Papa Francisco tem falado muito nos pobres, no que estão marginalizados e à mercê da destruição feita pelo ser humano, da misericórdia com a ecologia, com a questão ambiental”, conclui.

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