Bairros

Moradores consideram bairro "prático"

Thiago Navarro
| Tempo de leitura: 2 min

Os moradores do Núcleo Mary Dota convivem com o movimento intenso das ruas principais e ao mesmo tempo, com a tranquilidade das demais vias, a maioria delas estreitas, o que limita a velocidade dos carros. E quem está no bairro, sente orgulho de morar no Mary Dota.

As amigas Maria de Lourdes Souza Alves e Joana Vassorelli de Oliveira, por exemplo, consideram o bairro um bom local. “Eu gosto de ficar aqui na calçada, ouvir o pessoal cantar no bar que tem do lado”, comenta Maria, que se mudou de Mogi Guaçu para Bauru, indo morar no bairro.

Por viverem em uma das ruas principais, a Alberto Paulovich, Joana reclama do barulho da via. “Passa carro, ônibus, da rua eu não gosto muito. Mas eu gosto do bairro. Acho bom, tem mercado perto, não precisa ir muito no Centro, vai lá só pra comprar roupa (risos)”, afirma.

Elas estão há cerca de 20 anos no Mary Dota, e viram o desenvolvimento do bairro e a mudança nas próprias vidas. “Meus filhos eram pequenos, agora estão todos casados. Uma mora no José Regino, outra filha no Nobuji e um aqui no Mary Dota mesmo. É bom que não fica muito longe”, ressalta Joana, que veio de Presidente Venceslau.

Feira
No Mary Dota, os moradores contam com duas feiras livres. Uma convencional, que acontece às quartas-feiras na sede da Regional, entre 16h e 20h, e outra da reforma agrária, às quintas-feiras, também entre 16h e 20h, na quadra 19 da avenida Marcos de Paula Raphael, próximo à Escola Estadual Ada Cariani.

Quem sempre faz compras na feira da Regional é a gráfica Neuza Teixeira, 60 anos, que diz gostar de morar no bairro. “É um lugar bom, tem um bom mercado que é o Confiança, tem a feira, lojas de várias áreas, o Mary Dota é uma cidade”, menciona. “O bairro cresceu, com posto de saúde, UPA, melhorou nesse aspecto. O que ainda precisa melhorar são as ruas, tem bastante buraco, e creche também”, salienta.

O feirante Moisés Bastos, que reside no Jardim Bela Vista, está na feira livre do Mary Dota há cerca de 16 anos. “O pessoal prestigia, o bairro é grande e o horário da feira facilita para quem sai do trabalho e vem fazer as compras. A ideia é sempre estar expandindo, existem parcerias com as Secretarias de Agricultura e Cultura para trazer outras atrações, como dança, música, e até cinema que já teve aqui na feira”, frisa.

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