Entrei na E.F. Noroeste em 1º de abril de 1950 e todos tínhamos reajuste de salários anualmente. O INSS pagava, mas sempre ficava com uns trocadinhos. Não podemos especificar quanto, mas com o passar dos anos, juros sobre juros, etc, os trocadinhos viraram trocadão. Entramos na Justiça. O INSS foi intimado a repor, corrigido. Concordou. Você acredita que já se passaram mais de 22 (vinte e dois) anos (você leu certo: 22 anos) e nós ainda não vimos a cor do dinheiro? Então eu pergunto: isso é sinal de quê? Pouco caso? Indiferença? Incompetência? Diabos: para 22 anos a causa deve ser descomunal, terrível e quase invencível.
Para não alongar-me muito, não vou emitir a minha opinião para não deixar ofendido o pessoal de lá e eu passar de tonto para amaldiçoado.
Deixo aqui apenas alguns lembretes, que a eles, garanto, não irão interessar: nasci em 1933, tenho 82 anos e minha esposa 81. Encabeço o processo 2008.61.08.003652-1 impetrado contra o INSS e em trâmite na 2ª Vara Federal.