Concordo com o senhor Sacomandi em relação aos imigrantes que se encontram em nossa cidade. Tenho a honra de poder chamar muitos deles de meus amigos. Pessoas ímpares. Porém, no resto, o professor de história formado na USP tenta, de uma maneira irônica, desqualificar as ações dos países europeus no atual situação de imigração desordenada. Nenhum governo de lá, incluindo o da Finlândia, está dizendo que todos os homens muçulmanos são agressores sexuais e ultramachistas. Da mesma maneira que todos os muçulmanos não são terroristas só pelo fato de existir grupos radicais que praticam estes tipos de ações.
Na Escandinávia, as pessoas recebem ajuda dos governos para se estabelecer e não acho errado que junto com isso venham orientações sobre como funciona a sociedade por lá. Tem um ditado que diz: para se adaptar bem ao um lugar novo, deve-se adotar os costumes, cultura, leis etc deste lugar. Cada país tem as suas particularidades. Como imigrante, sei que isso é verdade.
Por fim, não posso deixar de comentar o assunto sobre um museu das atrocidades. Concordo que a Europa ocuparia um bom espaço, porém, não consigo acreditar que um professor de história que diz que a Alemanha teria um pavilhão só para eles nem sequer mencione o tamanho do prédio soviético.