Esta é atualmente a pergunta que os brasileiros e brasileiras estão fazendo. Até onde chegaremos? O que vai acontecer com o país? Cientistas políticos, economistas, sociólogos, comentaristas políticos e econômicos também não conseguem responder objetivamente, o máximo que conseguem dizer é que do jeito que está, com o atual governo sem credibilidade, o Congresso esfrangalhado com as denúncias da Lava-Jato, com os políticos somente procurando resolver os seus interesses particulares, não haverá solução favorável ao país e aos brasileiros. Tanto o governo e seus aliados e também a oposição não conseguem obter uma agenda mínima para resolver o momento gravíssimo político e econômico que o país atravessa.
As mentiras contadas antes das eleições, as pedaladas, o rebaixamento novamente acusado pela agência americana de classificação de risco ao Brasil (na América Latina, o país de Dilma igualou-se aos gigantes Paraguai e Bolívia, e países como México, Colômbia e Chile nos deixaram comendo poeira, só perdemos para a Venezuela), hoje estamos classificados perante ao mundo de risco de inadimplência muito alto, a maior corrupção nunca vista em nossa história, arrasando empresas antes tidas como orgulho dos brasileiros, o ex-presidente Lula envolvido em sérias denúncias de corrupção, como também o líder do PT no Senado preso por tentativa de obstruir a Justiça, e recentemente liberado pelo Supremo, os presidentes da Câmara e do Senado denunciados pela Lava-Jato por corrupção e continuam nos cargos como que não estivesse acontecendo nada de anormal, mesmo com todas estas denúncias, todos estão lá em Brasília encastelados em seus cargos, com seus polpudos salários. E 10 milhões de brasileiros desempregados, com a forte possibilidade de aumentar ainda mais neste ano, pois a economia não dá sinais de reação rápida. Com tudo isso e muito mais que já foi publicado na imprensa, como podemos vislumbrar dias melhores para o nosso país?
O primeiro passo, para nós brasileiros e brasileiras, é votar certo nas próximas eleições para prefeito e vereadores, não votar em quem tem problemas com a corrupção e que tenha uma vida anterior à sua candidatura exemplar, e que seja comprometido com a causa pública.
O segundo passo: continuarmos com forte pressão no atual governo federal e Congresso Nacional, demonstrando toda nossa indignação, seja por meio de rede social, seja nas passeatas, em conversas com nossos amigos e alertando a todos o sério momento em que passamos.
O país pode estar chegando em um momento de ruptura generalizada, o que seria trágico e insustentável para a nossa democracia. Acorda, Brasil!