Uma pátria amada, mal governada, que a faz se sentir envergonhada, é a presença dos imundos filhos que a superestimam, dos que estão no poder para bel prazer.
Que vergonha, brava gente, sempre brasileira. Milhões de brasileiros que engolem goela abaixo o descaso, o abuso, os Lava Jato da corrupção, dos desvios que nome dão. Aos roubos de milhões, que impune e tristemente filhos da mãe, terra chamada veronil que manda e desmanda e faz se sentir servil. Um bando de hipócritas que riem de nós, brasileiros. Que na passeata foram estilizados e com chacota se fizeram cegos, surdos e alguns até mudos, para não se comprometerem.
Essa gente que assim, no papel, o ministério da fuga, da saída pela tangente, como covardes que são. O grito do “Que Vergonha!” na hora da posse do rato de esgoto chamado Lula, que sorri e esbanja sinismo. Oh! Brava gente, não desanime. Deem a resposta nas urnas com a suas indignações!
Vocês sabem votar. Nós sabemos votar, são eles é que não sabem ter dignidade e honradez. Nós somos um povo bravo no grito, do panelaço, no grito do basta. Temos que dar o troco, eu, você, já no quesito eleitores.
Esses malditos são capazes de tudo e saem ilesos. Que vergonha, um País ser governado por uma guerrilheira e um ex-presidente corrupto. Viva o Brasil! Das gentes que luta contra a corrente. Mas que é orgulho de ser brasileiro: digno, honesto e não ter que ganhar um ministério para se safar da cadeia.
Homens e mulheres capazes de cantar o Hino Nacional com respeito e com certeza da Pátria Amada serem filhos.