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A "mágica" da arrumação em casa

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

A falta de tempo associada à correria do cotidiano é o argumento mais comum entre os que não costumam manter a casa em ordem. Outra parcela dos “bagunceiros” confessa que desarrumação virou mania, círculo vicioso. A maioria esmagadora dos que convivem com objetos pessoais fora do lugar, entretanto, concorda que a falta de organização aguça o estresse.

Esteja você de um lado ou de outro dessa história, para a personal organizer Lisia Vargas é hora de levar em conta que arrumação, planejamento e organização do tempo pessoal e na forma de guardar suas coisas fazem toda a diferença para o bem-estar individual e da família.     

“As demandas que chegam até mim trazem em si vários fatores. Falta de tempo, correria do dia a dia, impossibilidade de dar conta de várias tarefas ao longo do dia são os argumentos mais comuns. O fato é que as pessoas reconhecem que isso atrapalha. E empurrar a situação com a barriga não resolve. Na verdade piora deixar acumular. E isso ainda cria um círculo vicioso que traz prejuízos à pessoa e ao convívio com os demais”, posiciona.

Integração
Lisia confirma que, em boa parte dos casos, a angústia é maior para quem tem filhos. E tem outro ingrediente a ser corrigido nessa relação: “O homem ainda participa muito pouco na colaboração da organização em casa. Entre os homens a questão é sempre nos extremos. Ou ele é organizado ou não arruma nada. É preciso reverter esse quadro para que todos se beneficiem”, complementa a especialista em organização pessoal.

Mãe de dois jovens, um de 25 e outro de 21 anos, a profissional conta que eles foram  inseridos na rotina de organizar as coisas pessoais desde cedo. “Eu criei o hábito com meus filhos. Eu acredito que, além disso, ajudar na consciência com as atribuições dentro de uma família, ajuda a preparar os filhos para viver em sociedade e para o futuro. Eles serão maridos depois e, aprender que as coisas podem estar sim arrumadas, em seu lugar, desde pequeno, ajuda também na independência pessoal de cada um. Meu filhos foram orientados a cozinhar, arrumar as coisas e ajudar em casa”, posiciona.

 

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