Sim, conterrâneos, se olharmos com profundidade a questão constatamos que realmente não é a crise, mas sim efeitos de causas que nós mesmos propiciamos. E se nós continuarmos propagando a “crise”, os efeitos se tornarão realidade, ou seja, em “crise”.
Parece absurdo essa minha afirmação, mas não é não, senão vejamos: estamos colocando as questões em lugar errado, pois tiramos de nosso querido Brasil o comando e a administração – na retaguarda – e colocamos a política, o voto no topo da questão, e queremos que dê certo, e o que vai continuar a dar é isso que está dando e depois, para a nossa fuga, damos o nome de “crise”.
Queremos votar... votar... e votar, e, é claro, o perdedor vai trabalhar contra o ganhador, pois o objetivo do político é ganhar votos a qualquer custo e como não pode fabricá-lo, o jeito é “roubar” do outro... E o nosso querido Brasil, onde é que fica em uma dessas?
Será que conseguiremos ajudar nossa querida pátria se não conseguimos ajudar a nós mesmos? Isso é o mesmo que plantarmos abóboras e queremos que dê melancia, será? E o pior é que há mais de 30 anos estamos “rezando” por essa mesma “cartilha” e o resultado é o que aí está... Até quando?
De uma coisa é certa: se continuarmos pondo em fuga nosso egoísmo, nossa vaidade, nosso desprezo ao ser humano e à nossa pátria que vai ficar nesse vai e vem, o resultado será esse que aí está, é uma pena.