No palanque são os maiorais. Acham-se o dono da verdade. Podem tudo. Usam palavras persuasivas e oferecem brindes, que vão de uma lixa de únha até um sofisticado jogo de camisas de futebol. Prometem asfalto até em cima do rio Bauru. Dizem que farão um acordo com a mãe natureza para chover só onde é necessário. Depois, não eleitos, ainda ficam covencidos que eram os melhores e que suas qualidades é que não foram notadas.
Senhores candidatos: - não maquiem suas palavras diante de nós coitadinhos, que firacamos assistindo com toda boa vontade do mundo, ansioso para escutar alguma coisa de razoabilidade considerável. Não sejam outra Dilma que disse que o o Brasil nunca esteve em melhor situação, e no sétimo dia de governo descobriu-se a ladroeira que vai demorar mais de dés anos para se corrigir, se orrigir! Estamos de “saco cheio” de ver tantos corruptos safados aparecerem prometendo o mundo e o fundo e nós, idiotas, há mais de um século acreditamos. Depois como sempre, vem a decepção.
Senhores candidatos: - falem que querem ir ao banheiro e saiam de fininho. Deixem o lugar para pessoas honestas, de caráter ilibado, e que querem trabalar. Finalmente, senhores eleitores: - não vão em papo furado de candidatos que se apresentam na TV. Procurem analizar o passado do candidato. Vejam se eles não têm “rabo preso” com ninguém, principalmente com empresas. Ninguém dá nada de graça. Se o candidato for agraciado por determinada empresa, podem estar certos que mais cedo ou mais tarde a empresa vai vir cobrar do candidato a “doação” feita por ela (empresa). Isso é o famoso “toma-lá-dá-cá!
Na verdade, o dinheiro é arrecadado antes da eleição. Quando o “fulano” extrapola e é pego pelo tribunal eleitoral, logo diz: - “Estava tudo declarado!”. A legislação eleitoral precisa mudar. Que se aceite para concorrer pessoas de dignidade extremamente limpa e cristalina, e da mesma forma seu passado. Pessoas de cultura comprovada. Que o juiz eleitoral seja a pessoa incumbida de tratar desse assunto com “mão de ferro!”. Vamos acabar com essa palhaçada que são as eleições.
Outra coisa superimportante, que me deixa indignado. Que seja assim: - só o juiz eleitoral é que decide o aumento anual dos vereadores e prefeito. É um absurdo eles se reunirem e decretarem os seus aumentos, que, é lógico, ultrapassam e muito a infração do ano.
Que o mandato dos vereadores seja de quatro anos, prorrogável por mais quatro... E só. Nada de aposentadoria para o vereador de dois mandatos. O povo trabalha trinta anos, ou mais, para se aposentar. Por que o vereador tem esse privilégio?! É um absurdo! Com isso verificar-se-ia pessoas de bom caráter, honestas, com ideias novas e com vontade de desenvolvê-las. Dar-se-ia mais tempo ao tempo para a escolha certa. Se por uma fatalidade o prefeito não desse certo, nada de vice. De imediato, assumiria o presidente da câmara de vereadores asessorado pelos dois vereadores mais votados. Partidos políticos? Com o tempo, se acabaria com todos. Seria o fim do toma lá-dá-cá. Não haveria mais rabo preso com ninguém. Será que daria certo? É um sonho, mas poderia acontecer.