Falar de você, querido amigo, é falar não só do estupendo ator que você é, mas falar do pai, e do cidadão Edson Francisco Celulari, filho do saudoso Edno e tendo sua mãe Enoy e seus irmãos Emílio, Elvira e Edna e mais as suas jóias preciosas Enzo e Sophia, frutos do relacionamento maravilhoso com a Claudia.
Falar do Edson é falar do garoto que brincava e caçava passarinhos lá no Instituto Penal (IPA) quando você lá morava, do atleta de natação lá no BAC junto com a sua irmã Edna. Da cantina do Moraes Pacheco, que s sua mãe tinha e você a ajudava, da primeira peça que você escreveu e exibiu lá mesmo no Moraes para homenageá-la, onde você era o principal.
Da sua casa, na Capitão Gomes Duarte, quadra 22, da sua primeira peça mais importante no ano de 1975, quando você estudava no Preve, montada sob a direção de Paulo Neves com outros alunos dessa escola - “Errare Humanum Est” - também escrita pelo Paulo. Foi um sucesso sendo apresentada no Cine Teatro do BTC por uma semana. E depois você, Edson, ser mais ousado ao ensaiar comigo, você começando e eu já terminando o meu trabalho como ator amador com a peça “O Assalto”, de José Vicente, e dirigido por Paulo Neves no Grupo Momento e aí você foi mais além, nos deixando e indo iniciar a sua carreira em São Paulo na EAD, Escola de Arte Dramática.
E sendo hoje o grande ator que você é, logo agora passando por uma fase difícil, com a sua doença.Mas você sempre foi forte, batalhador e vai tirar tudo isso de letra para a alegria de sua família, dos seus amigos da TV e do teatro, e de todos nós bauruenses, torcendo por você grande guerreiro, sendo que você ainda tem muito a fazer aqui nesse nosso plano. Força, nós estamos todos orando por você, grande amigo e forte guerreiro.