Internacional

"EUA precisam conter preconceito", diz Obama


| Tempo de leitura: 1 min

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse ontem que a morte a tiros de dois homens negros por policiais em Minnesota e em Louisiana, em dois dias, sublinharam a necessidade do país de falar sobre “a aparência ou realidade do preconceito racial” no policiamento.

“Esses tiroteios fatais não são incidentes isolados”, disse Obama em uma postagem no Facebook. “Eles são sintomáticos dos maiores desafios no nosso sistema de justiça criminal, das divergências raciais que aparecem no nosso sistema ano após ano.” 

As mortes de Philando Castile em uma abordagem policial em Falcon Heights, no Minnesota, e Alton Sterling em uma loja de conveniência em Baton Rouge, no Louisiana, foram os mais recentes de uma série de mortes a tiros que levaram a pedidos de uma revisão na forma como a polícia interage com a comunidade.

Numa Blitz

Numa blitz no trânsito perto de Minneapolis na quarta-feira, Castile se tornou o 123º norte-americano negro morto a tiros pela polícia em 2016, segundo um banco de dados do Washington Post que contabiliza essas mortes.
Cerca de 1 em cada 17 adultos de Minnesota têm uma autorização para portar arma.
O caso dele ganhou repercussão internacional porque sua namorada fez um vídeo da abordagem que terminou com sua morte e postou no facebook (leia mais abaixo).

O outro caso

Na terça-feira, Sterling foi imobilizado, com o rosto no chão, em frente ao posto de conveniência onde vendia CDs. Após gritar “arma!”, o policial atirou várias vezes. O agente não prestou socorro imediato, conforme imagens registradas pelos celulares do dono da loja e de um cliente.

 

Comentários

Comentários