Assisti, no final de semana. As referências históricas são boas. Há uma crítica ao imperialismo clássico. O filme é narrado sem dualismo simples: o oprimido pode também ser o opressor. Quando na perspectiva dos nativos africanos explorados, não se idealiza um “bom selvagem”. Mas o discurso ambientalista é o principal (como era de se esperar).
E a metáfora mais bem construída do filme, das que eu peguei, é o terço católico sendo usado como arma covarde para assassinar. Enfim, fica como dica semiológica para quem ainda vai assistir.