Que o Noroeste seja um amor antigo.Que seja pobre, classe média. Que seja geração Ubaldo Medeiros, Alfredo de Castilho. Que tenha mais sofrido, ou tenha mais comemorado. Que seja assíduo nas arquibancadas ou esporádico, que tenha apoiado o Norusca em todos os momentos ou só em alguns. Não importa que vá ao estadio de ônibus, de carro ou a pé. Que seja homem ou mulher, novo ou velho, adolecente ou adulto. Ser noroestino e uma sensação única.
Mas demonstradas de formas diferentes. E toda forma de noroestinidade deve ser respeitada. Quem veste a camisa do Norusca veste como se fosse um dos guerreiros que adentram o campo da peleja. Sente-se um Zeola, um Toninho Guerreiro, um Zé Carlos Coelho, um Luizão, um Lelo, um Navarro, um Lorico.Peço perdao aos grandes guerreiros que não citei. É uma boa hora para refletirmos o que representa o Norusca em nossas vidas. Saudações alvi-rubras a todos que hoje exaltam a grandeza do Esporte Clube Noroeste, o “Norusca de Bauru”.