| Marcelo Camargo/Ag. Brasil/Fotos Públicas |
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| Os tenistas Carlos Alberto Santos, Natália Mayara e Rodrigo Oliveira disputarão a competição no Rio |
A Prefeitura do Rio de Janeiro divulgou nessa terça-feira (30) o cronograma de eventos e parte da programação cultural e de transportes da Paralimpíada. A Vila Paralímpica, na Barra da Tijuca, na zona oeste, será aberta nesta quarta-feira (31). Já a Tocha Paralímpica chegará na cidade no próximo dia 6 e ficará acesa no Boulevard Olímpico, na Praça Mauá, na zona portuária, no centro. A cerimônia de abertura será no dia 7. A de encerramento, no dia 18. A Vila será fechada no dia 21.
A pira paralímpica será acesa no dia 6 dentro no Museu do Amanhã, na Praça Mauá. Depois, haverá um revezamento no centro e nos bairros de Vila Isabel, Grajaú, Campo Grande, Bangu, Realengo, Deodoro e Madureira, nas zonas norte e oeste. A chama também visitará o Instituto Benjamim Constant, em Botafogo (zona sul), a Fundação Urece, na Tijuca (zona norte), e o Cristo Redentor (zona sul). No dia 7, ela seguirá pelo Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca (bairros na zona oeste), Leblon e Copacabana (ambos na zona sul).
Quem for assistir aos Jogos Paralímpicos não precisará utilizar o cartão especial da Olimpíada para embarcar na Linha 4 do metrô, que liga Ipanema a Barra da Tijuca e começará a operar no próximo dia 5 para o público do evento. O cartão Riocard servirá como bilhete de embarque, junto com a apresentação do ingresso para o evento.
Números
A Prefeitura também apresentou nesta terça-feira números de comparação entre a Olimpíada e a Paralimpíada. Enquanto a primeira teve 207 delegações (205 países mais a delegação independente e a de refugiados), a segunda terá 160. Também serão 22 modalidades esportivas na Paralimpíada, contra 42 na Olimpíada.
O secretário executivo da Prefeitura, Rafael Picciani, recomendou que o público utilize o transporte público para os deslocamentos na cidade durante a Paralimpíada e que a área de Copacabana seja evitada, principalmente entre os dias 8 a 11 e 16 a 18, devido às provas de rua. “Pudemos contar com o apoio da população durante a Olimpíada para conseguirmos um bom resultado e é o que esperamos na Paralimpíada também. Apesar de termos menos delegações na Paralimpíada, temos o agravante que não estamos mais em férias escolares e, com isso, o trânsito poderá piorar”, disse o secretário.
