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Inflação cai


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Finalmente uma boa notícia no tocante ao controle da inflação: o IPCA-15, que é uma prévia da inflação do mês fechado, ficou em 0,23% em setembro. Este patamar é praticamente a metade da inflação apurada no mesmo período do mês de agosto (0,45%). O grupo alimentação contribuiu para esta queda. Vale destacar que esta inflação é medida entre o dia 16 do mês passado até o dia 15 deste mês. Agora, é esperar o mês fechado, ou seja, a inflação do dia primeiro até o dia 30 de setembro. Pela prévia a aposta é positiva.
Juros poderão cair
Tenho insistido que uma das variáveis a ser controlada é a inflação. Com sua queda, abre-se espaço para reduzir a taxa de juros básica (juros elevados inibem o consumo e estimulam poupar dinheiro, segurando os preços) e com isso fomentar o consumo. Se a inflação de setembro vier baixa, e deve vir, já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária, em outubro, poderemos ter ao menos uma queda de 0,25 ponto percentual na Taxa Selic. Vamos aguardar.
Pressão dos juros americanos
O mercado tem precificado a expectativa de que os juros americanos se elevem. Isso se daria na constatação de que a economia americana entrou em franca recuperação, o que ainda não ocorreu em sua plenitude. O uso da política monetária, e com ela a política de juros pode inibir, por exemplo, a elevação dos preços. Os juros americanos estão entre 0,25% e 0,5% ao ano visando incentivar o mercado de consumo.
Pressão em países emergentes
Ao menos no curto prazo a possível consequência de uma elevação nos juros americanos seria a fuga de capital estrangeiro dos países emergentes como o Brasil. A lógica é: EUA risco zero, juros maiores, porto seguro para receber o capital que circula no mundo. Estes recursos sairiam dos países considerados mais arriscados, elevando a cotação da moeda estrangeira (maior demanda), forçando tais países a manterem juros elevados para compensarem o risco, ou seja, pagariam um prêmio adicional. Coloquei no curto prazo à medida que com o passar do tempo este capital volta e inicia-se um novo ciclo, principalmente se considerarmos, no caso brasileiro, que a economia voltará a crescer. A pressão é verdadeira e agita os mercados.
Dia das Crianças
É uma data muito esperada pelo comércio. O apelo é certo: satisfazer os desejos dos filhos. Por sinal, tenho observado casais se sacrificarem financeiramente para atender aos pedidos do filho. É evidente que a data tem seu próprio apelo, mas não poderá ser sinônima de gastos além das possibilidades financeiras da família.
Negociar com os filhos
O presente certamente será adquirido, contudo, é possível "negociar" com os filhos o brinquedo que o orçamento familiar suporte. Expor a realidade financeira da família é um importante passo para que ninguém em casa viva iludido. Evidentemente que o diálogo deve levar em conta a idade e a capacidade de assimilação dos filhos, mas sem dúvida alguma é o caminho.
E a viagem de fim de ano?
Tenho alertado que quanto antes conseguir definir isso, mais em conta poderá sair sua viagem de férias. O mar não está para peixe, mas também ninguém é de ferro. Descansar é necessário. Sugiro procurar uma agência de viagens e listar seus desejos. Também a internet ajuda nas pesquisas. Depois disso é colocar no papel todos os gastos, que vão desde o deslocamento até o local de embarque, passando pela alimentação, chegando na compra de lembrancinhas. Quem planeja não gasta além da conta.
Driblar a rotina gastando pouco
Tenho ouvido de muita gente que o dia a dia tem sido muito chato. É que muitos se entregam a rotina. Repetem todos os dias as mesmas coisas e isso se torna cansativo. Há sim o cansaço, a limitação financeira, mas é possível driblar tudo isso. Apostar em happy hours com amigos na própria casa é um caminho. Um filme alugado ou até mesmo nas opções da TV a cabo pode ser surpreendente. O que deve ser feito é a criação de um enredo, gerando expectativas. Tudo sem gastar muito. Se o orçamento está curto, seja criativo.
Mude já, mude para melhor!
Tenho optado por me remotivar diariamente. Por vezes somos tentados a nos deixar levar pelos problemas, por desejos não realizados e nos esquecemos que vibrar com a vida é um verdadeiro estado de espírito. Isso tudo fica melhor ainda quando é feito a dois, em família ou com amigos. Vibrar com a vida, esta frase me marcou na semana que passou. Fico de olho em tudo e quando necessário mudo. Mude já, mude para melhor!

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