Sabemos que o autor da “Teoria do Big Bang” é um sacerdote católico. Vejamos: no início da Primeira Guerra Mundial (1914 a 1918), um jovem belga especialmente dotado para as ciências interrompeu seus estudos na Universidade de Lovaina, para alistar-se no exército do seu país. Seu nome era Georges Lemaître. Após a guerra abraçou o estado Clerical retomando também seus estudos de matemática e ciências físicas. Alguns anos depois de ter sido ordenado sacerdote em 1923, Pe. Lemaître dava a conhecer sua teoria da origem do Universo.
Baseando-se en cálculos de Albert Einstein, chegara à conclusão de que o universo nascera da expansão ordenadíssima de um “átomo primordial”. Esta tese foi corroborada em 1929 pelo astrônomo norte-americano Edwin Hubble, a partir de observações feitas no telescópio do Monte Wilson, que fica no condado de Los Angeles, Califórnia (USA).
Os cálculos de ambos os cientistas despertaram controvérsias, pois deitavam por terra a teoria do “universo estacionário” até então predominantemente. A teoria de um universo em expansão reportava forçosamente a ideia de um Início e de um Iniciador. Foi nesse contexto que durante um programa na World Radio Corporation (WRC), de Londres, o cientista britânico Fred Hoyle apelidou a “teoria de Lemaître de Big Bang”- “Grande Explosão”, dando assim origem ao nome pelo qual a conhecemos.