Nós, seres humanos, gostamos de adjetivar tudo. Adjetivar faz com que aquilo que queremos expressar seja percebido pelo outro com a máxima realidade; adjetivar nos auxilia a expressar o que sentimos.
Ao conhecermos alguém, logo adjetivamos e criamos uma ideia de como é aquela pessoa; com o passar do tempo passamos a sentir o que a pessoa significa para a gente e, por fim, com o transcorrer do tempo aquela primeira ideia que tínhamos sobre a pessoa sai de cena para que exista apenas um sentimento, aquele que reflete exatamente o que a pessoa passou a significar para a gente.
Há um grupo seleto de pessoas que Deus nos dá o prazer de conhecer e conviver, pessoas que mudarão nossas vidas para sempre: são aquelas pessoas especiais. As pessoas são especiais porque são respeitadas, queridas, se destacam da multidão. O Toledinho era assim, especial.
O Toledinho chegou e conquistou nosso carinho, respeito e admiração. Não era patrão, era amigo. Sabia conduzir como ninguém. Via sempre o lado bom das coisas e da vida. Que pessoa fácil de gostar... O Toledinho era naturalmente otimista, generoso, detalhista, antenado, gentil, bondoso e de uma conversa leve e descontraída. Que ser humano fantástico!
O dia 05/11/2016 foi a data em que uma pessoa especial nos deixou, mas também passou a ser o dia em que se eternizou, em nossos corações, o profundo respeito e carinho por esta pessoa incrível, você, Toledinho. Quando alguém é especial, é assim, escreve, com letras indeléveis, no coração de todos aqueles que por ele é tocado, um sentimento de bem querer, respeito e carinho. Como não morre quem nos vivos vive, certamente Antônio Eufrásio de Toledo Filho, o Toledinho, permanecerá vivo em nossas memórias e em nossos corações. A você, Toledinho, rendemos nossas homenagens.