Conduzi os ponteiros do tempo, que levou-me para caminhos fantásticos! Lá estava eu, deitado na relva úmida! Comecei a contar estrelas, tantas que nem sei quantas. Vi-me andando por terras férteis e esverdeadas! Planícies e montes cheirando a poeira!
Ah! Quero a vida igual ao azul do céu salpicado de estrelas! Quero flores nos campos, quero a rosa de todas as rosas! Quero sentir o aroma da criança saindo do banho!
Quero a vida vendo as pessoas renascerem suas esperanças, escrevendo poemas, varrendo calçadas e fertilizando terras, com as chuvas de Deus! Ah!, Quero a vida saudando o sol nos ombros dos passantes, hospedando águas, embriagando terras e ecoando orações!