Evidente que a proposta de emenda sobre abuso de autoridade de integrantes do Judiciário é pérfida e oportunista, tendo a única intenção de acobertar a organização criminosa arregimentada pelo PT.
Mas foi interessante a fala do procurador Fabrício, na edição de 02/12/16, em defesa de seus pares: “Estamos sendo açoitados por nossos acertos e não por abusos ou erros”. Isso significa então que existem abusos e erros, e não são, pelo visto, incomuns? Nesse caso, o açoite é pertinente? A quem se deve entregar o chicote?