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Ruas com barro provocam reclamação na Vila Pacífico


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Edson Artur Zílio/Divulgação
Barro no entorno da Antônio da Silva Souto e Luiz Beviláqua
Noroeste/Divulgação
Noroeste alerta para descarte irregular de lixo pela população

Mal a chuva cai e começa o desespero dos moradores do cruzamento das ruas Antônio da Silva Souto e Luiz Beviláqua, ao lado do estádio Alfredo de Castilho, região da Vila Pacífico. Isso porque a terra existente dentro do espaço recai sobre a área, sujando as casacloses e atrapalhando a passagem dos pedestres.

Quem está inconformado com a situação é o empresário Edson Artur Zílio, de 59 anos, que vive na quadra 2 da Luiz Beviláqua.

Segundo ele, o problema existe há mais de dois anos. "É mais fácil andar em uma fazenda do que na minha rua", critica.

O morador alega que já tentou cobrar soluções, porém, de acordo com seu relato, não conseguiu chegar até o presidente do Esporte Clube Noroeste, Estevan Pegoraro. "E digo mais: fui muito mal atendido", complementa.

E AGORA?

Em nota, a diretoria do clube lamenta o fato e afirma que seu presidente não foi procurado pessoalmente desde que assumiu a gestão.

Pegoraro só ficou sabendo do problema após temporais da véspera da estreia do time na Série A3 do Campeonato Paulista 2017, que se ocorreu em 29 de janeiro.

O presidente diz, ainda, que compreende a reclamação, mas pede um pouco mais de paciência, já que as últimas semanas foram de trabalho intenso, focado na preparação do time para a estreia na competição. Por outro lado, a agremiação revela que já acionou um engenheiro civil para avaliar o local. 

Além disso, a diretoria alerta para outra situação na mesma região.

"Alguns vizinhos do entorno daquela mesma localidade insistem em utilizar o terreno do Noroeste para jogar grande volume de podas de árvores e restos de obras de construção civil. Portanto, o clube também pede a colaboração dos mesmos", finaliza, em nota.

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