O que seria de nós se tudo que fosse dito fosse verdade? Será que apenas os políticos seriam corruptos?
Presentemente vivemos em um mundo de pós-verdades, onde o achismo reina e o que se pensa é tido como verdade incontestável.
Seja um hambúrguer de minhoca ou celulose em embutidos, a primeira impressão é a que fica, se quem desconfia espalha, muitos acreditam e causam poderosos furdúncios com abrangência global.
A noção de moral e imoral reunidas na ética de cada pessoa nos faz desconfiar, palpitar acontecimentos, nos quais não conhecemos ou pouco ouvimos falar.
Cada ser, independendo do sexo e idade, é capaz de julgar o que vê e considerar correto a partir de sua ética, criada pelo conhecimento vivenciado.
Neste mundo de verdades inquestionáveis, o fundamental é convencer um maior número de pessoas a crerem no que considerar correto, mesmo que para isso seja corrompida a própria credibilidade.
Devemos deixar de ser hipócritas e olhar nossas vidas por outro ângulo, confirmar se o que nos é apresentado realmente é correto antes de defender uma fraude, filtrar a inverdade, lutar pela autenticidade.