Tribuna do Leitor

A Última mortadela nunca se esquece

Márcio M. Carvalho
| Tempo de leitura: 1 min

Nesta coluna desta terça, encontramos o relato tragicômico de Henrique P. de Aquino, sobre sua presença em Curitiba para apoiar o ex presidente Lula em seu depoimento, com direito naturalmente ao tão tradicional sanduiche de mortadela e pequenas mordomias, financiadas com nosso imposto sindical, verbas públicas ou pior por outros fundos de origem inconfessável.

Comoveu ao lulista a garota Ana Julia, que no passado recente foi símbolo do movimento secundarista, sem mencionar que este movimento foi manipulado por nefastas figuras como Gleise Petrolão e Roberto Requião, que agora emprestam o serviço ao apedeuta.

Relata ainda o Sr Perazzi que passou dois dias dormindo dentro de um ônibus, para apoiar um político que foi talvez a maior esperança das classes populares e sem dúvida disparadamente a maior decepção. Exageradamente o Sr Aquino cita presença de 50.000 pessoas, mas jornalistas neutros, mencionam dez mil, entre sindicalistas, sem teto, sem-terra e sem noção de todas as espécies.

O relato serve para nos conformarmos em situações trágicas e para nos lembrarmos do senhor Aquino, que espontaneamente enfrentou o desconforto da longa viagem para com sua verve de historiador presenciar o início do ocaso do último populista e o início de tempos melhores sem o aparelhamento petista e sua corrupção desenfreada, com garantia de punição

independente de pressões.

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