Há um bocado de anos vem o homem se mantendo sobre o planeta terra. Tendo passado por "muitas e boas" em sua jornada, ser de incríveis habilidades, vem se superando e se adaptando aos mais inóspitos climas e situações, haveria-se até que tirar lhe o chapéu, que sobre os continentes e mares em suas naves, foi a procura de lugares novos e distante, motivados por necessidades, curiosidades e pelos seus instintos, algo posto talvez em sua receita pelo criador, para assim crescer e multiplicar se ocupando o paraíso criado, também para ele.
Mas o bom e velho homem, depois de tantas experiências positivas dadas pelo simples prazer de viver, também tem passado por todo espécie de dificuldades sendo as piores, criados por ele próprio.
Guerras e doenças nas quais incluo se (o egoísmo) perigos eminentes, que também apesar das baixas em ambos os casos, tem continuadamente achado sempre soluções momentâneas, mas tem seguido em frente. Por outro lado, continua tão ou mais tosco que os seus ancestrais das cavernas, ou as ditas primitivas tribos indígenas, que já estavam nas terras que eles vieram a descobrir.
O tosco ainda reina no branco, rico e civilizado homem, este que detêm o poder pois é dono das técnicas de domínio, a principal talvez o dinheiro (mecanismo criado por este) e através desse, as armas que saíram dos rústicos porretes de dar nas cabeças, "evolução" esta que hoje, teria o poder de destruir o seu planeta casa, várias vezes aniquilar a vida na terra que até aqui tem vivido, imaginemos então quanta capacidade teria essa criatura.
Mas este mesmo, que em variadas situações está muito aquém, continua a menosprezar (leia-se por medo ignorância e egoísmo) todos que insistirem em não se render ao que for bom, apenas para si, se não, tornar-se-ão de imediato adversários a serem combatidos sempre. No entanto, engana-se este, que tem pagado caro e provavelmente muito mais, visto a linha que tende a seguir.
Pensemos baseando nos em experiências de milhões de anos, passadas por esse velho menino e seu estado cru até aqui.
Então o que supostamente faltaria a criatura, feita a semelhança do criador que ainda conhece tão pouco de si e que vive na verdade ainda com medo metido dentro da caverna da qual só se arrisca a sair, com o porrete em riste, e ao menor sinal de vida, dá com este em primeiro, para depois ver o que acontece. E a continuar assim, querendo tudo apenas para si, inventando desculpas para fazer a guerra, seja a de bombas ou a econômica, para perpetuar o poder, não percebeu ainda que somos um todo, a terra e sua fantástica biodiversidade que precisaria trabalhar em sintonia. E sendo assim entender o homem, que quando mata, impedindo assim o outro de viver, machuca-se e sem a sensibilidade necessária, vai se afogando no próprio sangue, que já vem jorrando e pior, sem sequer ser percebido.